“Estava a velha em seu lugar
Veio a mosca lhe fazer mal
A mosca na velha e a velha a fiar”
Estavam todos em seus lugares…veio um moço te cumprimentar, a moça gostou, o destino avisou, é melhor não se deixar levar. Mas já era tarde.
Fim de tarde de um início de verão, luzes acesas à meia-luz com um clima de romance no ar (“que tempo bom, que não volta nunca maiiiiissss”), um homem caminha em direção à uma mulher, ajoelha-se diante dela e com um lindo buquê de rosas brancas lhe faz uma interrogação mais com tom de exclamação: Case-se comigo! Os olhos daquela que sempre sonhou com esse momento brilham de tanta emoção, em seu pensamento a primeira resposta que lhe vem é o Sim, claro, serei eternamente sua, somente sua, mas prefere não dizer nada e apreciar o momento…em pouquissimos segundos vêm outros pensamentos muito mais profundo: - será que é real? estou sonhando? será que é possível ele me ser fiel todos os dias de sua vida? e o passado devo esquecê-lo? devo esquecer que ele já foi um canalha? que tem sua vida perdida? óh, quantas perguntas…melhor eu ficar em silêncio lhe dar um beijo e pronto, não respondi nada.
Estavam todos em seus lugares…veio um moço te cumprimentar, a moça gostou, o destino avisou, é melhor não se deixar levar. Mas já era tarde.
Fim de tarde de um início de verão, luzes acesas à meia-luz com um clima de romance no ar (“que tempo bom, que não volta nunca maiiiiissss”), um homem caminha em direção à uma mulher, ajoelha-se diante dela e com um lindo buquê de rosas brancas lhe faz uma interrogação mais com tom de exclamação: Case-se comigo! Os olhos daquela que sempre sonhou com esse momento brilham de tanta emoção, em seu pensamento a primeira resposta que lhe vem é o Sim, claro, serei eternamente sua, somente sua, e lhe responde com um tom totalmente feliz: SIM, eu claro, eu caso!
Agora vem a pergunta: Qual dessas mulheres tem a real chance de ser feliz?
Ambas? Ou nenhuma?
Quem tem a resposta?
Ninguém…
Há quem diga que é o Destino, Sorte, Deus…enfim, sendo qualquer um desses não terá a sua resposta, tem apenas que vivenciar para saber.
Cada momento deve ser vivido, independente de quem saiba as respostas, naquele momento se você achou que devia ser feito uma coisa e o fez, fez bem, se fez outra coisa, também o fez bem. Toda resposta, todo caminho que seja feito com carinho, com honestidade e dignidade é o caminho para a felicidade, não cabe a nós decidir se é o certo ou o errado.
Quem pode decidir o que é certo no sentido da vida se nem sabe o que vem depois ou o que veio antes, quem pode dizer se um dia todos seremos felizes? A busca é essa, mas quem tem realmente a resposta?
Recebi um e-mail certa vez, que dizia: não se preocupe, você será feliz e eu também!
Agora eu analiso: que sejamos realmente e que seja feita a sua vontade, mas será essa a vontade da vida de cada um? Eu busco a minha felicidade ao meu modo, mas sei que a pessoa que me disse isso, buscar a felicidade dela ao seu modo de vida atual não será feliz? Mas cabe à mim decidir o que é a felicidade para esta pessoa? Cabe à mim decidir o modo de felicidade que esta pessoa deva atingir? Cabe à mim enxergar o quão felicidade pode representar pra mim e à esta pessoa?
Cabe a nós, humanos, decidir o que é felicidade?
Felicidade deveria ser viver, estar vivo. Respirar!
“Estava a mulher em seu lugar
Veio a morte lhe fazer mal
A morte na mulher, a mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar”
Seria a mulher agora infeliz porque a morte veio a morte lhe fazer mal?
Ou a morte é o fim? E ponto final.
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